quarta-feira, 16 de março de 2011

Mesopotâmea, 12A.C.

Repentinamente o viajante acorda. Ainda é noite e descobre que as visões que tivera eram do velho pesadelo recorrente, na verdade, não eram mais que simples lembranças de sua juventude. O dia em que todos os que amava foram mortos e o início da sua maldição. Daquela noite em diante, ele jurara que um por um, cada assassino pagaria por seus pecados. Tavez assim ele conseguisse se libertar dos fantasmas. Ainda era noite e o sono se foi. Restava agora continuar a sua jornada. Apaou a fogueira, fez algum tipo de prece como quem agradece a comida e morada, camuflou sua espada, olhou o céu e partiu.

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